A falsa denúncia de intolerância religiosa em Itu
“Veritas in caritatis- a verdade na caridade” esse foi o lema de sua santidade Bento XVI, o papa emérito. Uma coisa não pode viver sem a outra. Hoje o que o mundo espera de nós católicos? Que cometamos um crime perante Deus, o pecado da omissão.
Como se não bastasse desejar que nos calemos na política de nossa nação, invocando o estado laico, criado para proteger a igreja do estado e não o estado da igreja, agora desejam que nossos pastores se omitam dentro de nossas paróquias.
Um escritor inglês chamado Chesterton disse uma vez que “o mundo espera que o católico respeite todas as religiões exceto a sua própria”, se Jesus Cristo disse que Ele é a verdade, devemos dizer que na verdade era só uma opinião?
Se Nosso Senhor Jesus Cristo disse que ele é o Caminho, devemos crer que há outros caminhos e Ele é só mais um? Se Nosso Senhor Jesus Cristo disse que Ele é a vida, devemos pensar que há outros meios pelos quais se pode obter a vida eterna?
Como seguidores de Nosso Senhor Jesus, à exemplo do bom samaritano, devemos exercer a verdadeira caridade em seu Santo Nome sem olhar à quem, como bem fazemos já que somos a maior instituição de caridade do mundo, mas não podemos nos esquecer que Jesus acolhia os pecadores mas os transformava em santos, à exemplo de Santa Maria Madalena que o seguiu e foi umas das que o consolou na cruz e foi a primeira a ver Jesus ressuscitado.
A cidade de Itu é agraciada por Deus pela presença do reverendissimo padre Eduardo Belão, que muito antes de ser padre, conquistou a todos com seu carisma e seriedade, especialmente a juventude, dos 4 cantos da diocese de Jundiaí.
Não houve nenhum indício de intolerância religiosa, não houve incitação à uma perseguição, o que houve foi credos que se divergem, o credo da Igreja que foi muito bem pregado dentro da Igreja por um padre da Igreja.
As leis do Brasil garantem a todos os cidadãos a liberdade religiosa, se esses cidadãos não concordam com o credo católico é só não ir na Igreja, porque ninguém foi até o local de culto dele para pregar. Mas, também não aceitaremos que outros venham a nós dizer o que devemos ou não pregar em nossas paróquias, porque antes da boa fama, devemos querer agradar a Deus e não aos homens.
Texto escrito por

Deus seja louvado pela sua vida Gabriel… parabéns!!!!!
Parabéns pelo texto claro e pela profissão de fé!
Muito obrigado por escrever o que eu penso, porém não conseguiria traduzir em tão sábias palavras. Deus o abençoe sempre. Salve Maria!
Acompanhei os fatos pela mídia. Não os presenciei. Mas na leitura do texto ouço o brado: Pelo direito de dirigir palavras ofensivas aos demais credos. Se um grupo de pessoas diz que um padre disse que “não adianta ir na igreja para depois ir bater tambor” o que se espera de quem enunciou tal discurso e no minimo um pedido de desculpas, a famosa mea-culpa. Agora de forma implícita esse “disse e digo” pode ser chamado de grosseria delicada. Além disso, dizer que a indignação do oprimido é “falsa” ?
Concordo. Um pedido de desculpas é o mínimo a se fazer. Deveriam ser humildes, como prega a religião que seguem e pedir desculpas pelo que foi dito.
Mas por que o padre deveria pedir desculpas se é exatamente isso que pensamos? Se cremos numa verdade absoluta, não pode haver verdade naquilo que vai contra essa primeira verdade. Você tem o direito de pensar diferente, isso eu respeito, mas eu tenho obrigação de dizer o que pensamos dentro de nossos templos. Ninguém está combatendo pessoas mas ideias, se não quer ouvir quem discorda de você é só ficar aí no teu canto kkkk
O Estado é laico para proteger os credos individuais, ledo engano ou mau caratismo acha que uma religião (a do orador) é a única professora da verdade, o Estado é laico para proteger a nação de totalitaristas teocráticos, os neo jihadistas que acham que possuem o direito de obrigar a sua fé aos demais cidadãos através de leis e políticas públicas. Ademais este artigo foi só uma pregação religiosa proselitista uma vez que não disse nada sobre fatos ou notícias, queria saber do que se tratava o artigo, mas só li um culto doutrinador. O Estado é laico e sempre será. Fascistas e totalitaristas nunca passarão. Não passarão!
Concordo. Um pedido de desculpas é o mínimo a se fazer. Deveriam ser humildes, como prega a religião que seguem e pedir desculpas pelo que foi dito.
Se o julgamento e a imposição do credo religioso (seja ele qual for) estiver à frente de qualquer ato de humanidade, respeito e compaixão então estamos falando sim de imposição, desrespeito pela diversidade de percepção do sagrado que é característica humana. O sentimento de cada ser humano com relação ao que é sagrado pertence somente a cada um e prevê diversidade de fé, de culto, de crença e de mitologia. O ataque à crença alheia resulta em fragmentação, ignirância quanto à natureza humana e maldade. Podemos sim conviver em paz e respeitosamente dentro e fora dos espaços sagrados, sejam eles templos, terreiros, igrejas ou a natureza. Quem é realmente humano não fragmenta e critica atacando outro ser humano por pura ignorância e fanatismo. Isso não é ser religioso ou espiritualizado. Isso é ser ignorante à respeito das manifestações de fé . Todos os templos ou espaços sagrados devetiam ser abertos e respeitosos com relação à TODOS os seres humanos já que a principal função das religiões deveria ser a compaixão, o conhecimento das mitologias, a prática da PAZ e do amor ao próximo. Infelizmente estamos em um mundo onde Deus esta sendo confundido com dinheiro, poder politico, punição e julgamento.
As religiões surgem de aspectos culturais e percepções de mundo e do sagrado de acordo com ascrelações ancestrais entre o seres humanos e a natureza do território onde vivem. É claro que vai gerar diversidade e uma religião que nasceu em um território africano sera diferente de uma religião que nasceu em território europeu ou latino americano. Mas o fico sempre deveria ser re-ligar o ser humano ao invisível e aos aspectos subjetivos da vida com amorosidade e paz os dois fundamentos para que a vida possa ser melhor, mais equilibrada e justa. Repudio qualquer ação religiosa feuta com outros propósitos como a crítica aos outros, a loucura por poder seja político ideológico ou econômico.
O problema das criaturas das religiões, é que o maior combustível é sempre o ódio, invariavelmente. Assim como todo o excessso de nossos tempos – por exemplo, as polarizações políticas de quem jura que sabe o que é esquerda ou direita, mas apenas mergulha nas respectivas bolhas obsessivas a fim de se sentir aceito socialmente. O que, definitivamente, falta à humanidade é raciocínio lógico, a despeito da crença que se tenha (e do direito que temos de crer ou não). E o que sobra são sempre eles: ódio e segregação. Nós, como humanos, nunca teremos um décimo da dignidade que cegamente acreditamos ter. Quem dera aprendêssemos com os animais e a natureza, mas já nos apartamos desta última, e hoje não passamos de um apêndice neste mundo.
A que alegria, Padre Belao é um homem de do bem, e muito seguro do que prega, pois sua vida é pra Jesus.