Pit-bull ataca homem no Jardim Mayard

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Na manhã de terça-feira (11), Nelson saiu de sua casa para caminhar, como faz diariamente. Ao retornar, no Jardim Mayard, viu um cachorro pit-bull.

“Eu estranhei, pois estava sem coleira, sem nada”, diz ele. Mas não deu tempo de pensar muito: o cão o atacou. “Ele queria pegar a minha garganta”.

Ao ouvir gritos do marido, Milene, que no dia completava aniversário, saiu correndo de dentro de casa achando que ele tinha sido atropelado. “Ouvi socorro e fui até lá. Ele estava em cima do cachorro, tentando segurá-lo. Eu também tentei, mas ele é muito forte, machucou meu dedo”.

A Polícia foi acionada e esteve no local. O animal foi amarrado e levado até o Centro de Zoonoses.

“Eu fui atacado no rosto e no corpo. Fui até o Upa Aparecida, cheguei lá as 9h,  esperei três horas para ser atendido e sai de lá as 14h”, conta Nelson, que junto com a esposa tiveram que tomar vacina contra a raiva.

“O animal é de um lava-rápido perto de casa. O meu cunhado foi até lá no dia, a dona negou, disse que o dela estava lá e não era o seu. Depois de muita insistência, ela aceitou ir até a Zoonoses e o animal assim que a viu veio correndo”, conta Nelson. “Ela veio aqui em casa, disse que ia sacrificar o animal. Mas depois voltou e disse que na Zoonoses falaram para ela não fazer isso, que ele só tem dois anos e meio e é saudável”.

Ele fala também que a dona se dispôs a comprar os remédios e auxiliar. “Mas e a responsabilidade criminal? Ele me atacou, fiquei noites sem dormir, estou sem trabalhar. Se fosse um idoso, tinha matado. É uma coisa inaceitável.”

Tentamos contato com a dona do animal, mas não conseguimos falar com ela.

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