Saae de Salto fala sobre a polêmica dos agrotóxicos na água

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Salto (Saae) enviou um texto para a imprensa na tarde desta sexta-feira, 10, onde aborda sobre 27 agrotóxicos encontrados na água que abastece Salto,  Itu, Indaiatuba, entre outras cidades.

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“Há um controle rigoroso da qualidade do tratamento da água coletada nos mananciais do Piraí, Buru e Conceição e distribuída em toda a cidade. Cumprimos integralmente a Portaria n. 5 do Ministério da Saúde e fazemos as análises laboratoriais da água produzida em Salto”, explica Pérsio Augusto de Paula, superintendente do Saae.

Estudo do Ministério da Saúde, divulgado neste mês, alerta para a necessidade do país discutir e controlar o uso de agrotóxicos, identificados na água servida em 25% das 1396 cidades analisadas entre 2014 e 2017.

Em Salto, segundo o Estudo, foram detectados 27 agrotóxicos na cidade e apenas um deles em um nível acima do recomendado, o metolacloro (usado no controle de superficial de gramíneas anuais e algumas plantas daninhas de folhas largas em uma série de culturas, segundo estudo da Embrapa de 2008). “Tal distorção não mais existe. Nos relatórios de 2018 todos os elementos encontrados estão abaixo dos limites máximos permitidos”, apontou.

O texto ainda faz um comparativo com outros municípios da região. “Na região Itu também teve identificados 27 agrotóxicos na água servida aos seus moradores, dos quais, 18 estavam em níveis acima do recomendado, inclusive os que podem causar doenças crônicas graves. Indaiatuba, uma das mais desenvolvidas em termos de coleta, tratamento e distribuição de água, também teve 27 agrotóxicos identificados em amostras, dos quais 11 estavam acima do limite recomendado. Em Elias Fausto, mesmo com os produtos detectados, nenhum deles estava acima dos limites seguros.” 

 Sobre Itu, o Jornal de Itu realizou uma matéria na semana passada. Veja aqui. 

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