Serviços puxam saldo positivo do emprego em Itu

Itu (SP) teve saldo positivo de empregos em agosto. Foram 153 contratações a mais do que demissões no oitavo mês do ano.

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O setor de serviços foi responsável por mais de 90% das vagas no período, apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, que levam em conta os empregos com carteira assinada.

No mês de agosto, o setor de serviços teve 140 contratações a mais do que demissões, alta de 0,63%. A indústria teve saldo de 33 empregos (0,19%). Os setores da construção (0,16%) e do comércio (0,03%) criaram apenas três vagas. O agro foi o único setor negativo, mas com um tombo de 2,06%, com 26 demissões a mais do que contratações no período.

A maioria das contratações em agosto é de mulheres (134 das 140). O perfil do trabalhador contratado é de uma pessoa com Ensino Médio completo e com idade entre 18 e 24 anos. O destaque negativo ficou para os trabalhadores com fundamental incompleto, que perderam quase 50 vagas no mês. As idades com maior número de desligamentos são de pessoas acima de 40 anos.

Entre janeiro e agosto, o saldo é de 1.610 vagas, uma alta de 3,06%. Os melhores setores em todo o ano são serviços (762 vagas), construção (403) e indústria (389). A construção teve o fechamento de 55 postos de trabalho no período. Itu tem 54,3 mil postos de trabalho com carteira assinada, sendo que o maior setor é o de serviços (22,5 mil), seguido de indústria (17 mil) e comércio (11 mil).

Brasil

No Brasil, foram 278.639 empregos com carteira. Ainda segundo os dados do Caged, todos os setores da economia e as 27 unidades da federação tiveram criação líquidas de vagas em agosto.

Entre os setores: serviços: 141.113 vagas; indústria: 52.760; comércio: 41.886; construção: 35.156; agricultura, pecuária e pesca: 7.724. Entre as regiões do país: Sudeste: 137.759 vagas; Nordeste: 66.009; Sul: 35.032; Centro-Oeste: 21.515; Norte: 18.171. Entre os estados, o destaque foi São Paulo, que gerou no mês 74.973 postos de trabalho.

O salário médio de admissão foi de R$ 1.949,84 em agosto deste ano, o que representa alta em relação a julho, quando estava em R$ 1.920,57. Segundo os dados do Caged, o salário de admissão passou a ter alta, mês após mês, a partir do segundo semestre deste ano. No primeiro, oscilava.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, 1,85 milhão de vagas formais de emprego foram criadas no país entre janeiro e agosto. O número representa recuo na comparação com o mesmo período de 2021, quando foram 2,17 milhão de vagas.

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